Fahrenheit 451

Zachte kaft, 215 bladzijdes

portuguese taal

Gepubliceerd 31 december 2012 door Globo.

ISBN:
978-85-250-5224-7
ISBN gekopieerd!

Bekijk op OpenLibrary

Imagine uma época em que os livros configurem uma ameaça ao sistema, uma sociedade onde eles são proibidos. Para exterminá-los, basta chamar os bombeiros - profissionais que outrora se dedicavam à extinção de incêndios, mas que agora são os responsáveis pela manutenção da ordem, queimando publicações e impedindo que o conhecimento se dissemine como praga. Para coroar a alienação em que vive essa nova sociedade, as casa são dotadas de televisores que ocupam paredes inteiras de cômodos, e exibem "famílias" com as quais se pode dialogar, como se estas fossem de fatos reais.

Este é o cenário em que vive Guy Montag, bombeiro que atravessa série crise ideológica. Sua esposa passa o dia entretida com seus "parentes televisivos", enquanto ele trabalha arduamente. Sua vida vazia é transformada quando ele conhece a vizinha Clarisse, uma adolescente que reflete sobre o mundo à sua volta e que o instiga a fazer …

104 edities

"This book has pores."

Geen beoordeling

As you're reading this book, it's difficult to remember that it was written in 1951. The technological "predictions" are interesting (bluetooth headphones, reality TV). But I think the most interesting portions are the discussions of the nature of books and media. Toward the end, we get a discussion of people as books (using their innate photographic memories to read/scan books that can later be retrieved from them), but this quotation from Faber around the middle of the book is probably my favorite moment...the texture of books, a texture that can be examined closely, and the rewards of that process of examination.

"Do you know why books such as this are so important? Because they have quality. And what does the word quality mean? To me, it means texture. This book as pores. It has features. This book can go under the microscope. You'd find life under the glass, …

Une dystopie qui résonne avec l'époque actuelle...

Un livre qui n'est pas sans rappeler 1984 de George Orwell, qui dépeint une société ayant basculé vers le totalitarisme, avec là aussi une police de la pensée et une volonté de supprimer le rêve et la libre pensée des personnes.

Qui n'est pas non plus sans rappeler la politique de certains pays qui se disaient démocratiques il y a encore peu. Assez effrayant dans sa vision quand on pense qu'il a été écrit en 1951.

Un roman assez court, à lire ou à relire absolument. Avant qu'il ne soit lui aussi brûlé.

Fênix não tão brilhante

É uma distopia clássica, li há muito tempo mas lembro de não ter achado tão envolvente quanto as primas mais famosas (1984 e Admirável Mundo Novo). Recomendo o conto "Bright Phoenix" que inspirou o livro (é curtinho e achei melhor que o livro).